Como o “cantor” ““Belo”” pode acabar com o planeta


Dia desses, eu que sou um motorista e atualmente ando de moto, estava literalmente a pé.

Quebrou tudo, carro, moto, até meu tênis furou.

Aproveitei a situação pra fazer um teste.

Será que não seria mais fácil, econômico e ecológico ir trabalhar de ônibus?

Fácil não seria, pois o conforto do carro é insuperável.

Econômico menos, com a passagem a R$ 3,00 andar de moto é mais barato.

Enfim o transposte coletivo é ecologicamente mais correto.

Acordei mais cedo, peguei o ônibus e depois de 2 ou 3 tranferências para outras linhas e terminais cheguei!

Até aí minha disposição continuava.

Não foi muito rápido, mas depois de alguns dias eu pegaria o esquema e faria o percurso em menos tempo.

Então depois de mais um dia ganho honestamente, chegou a hora da volta.

Um ônibus, depois outro e mais outro…

Eu continuava no mesmo, mas a fila era interminavel.

Entre o ônibus em que eu estava e o terminal havia pelo menos uns 3 milhões de outros carros.

Quando parava no ponto, aquela multidão tinha a esperança de conseguir entrar.

O bi-articulado era gigante, dava a impressão que cabia a galera toda mas…

Por dentro é um corredor estreito com aquela roleta que insiste em existir em São Paulo (pesquise Curitiba).

Mas o pior ainda viria.

Horas no trânsito, fila de carros, passagem cara… nada disso era novidade.

Ainda valia a pena pra fazer minha parte em favor do meio ambiente.

Mas e o sujeito portando um celular?

Mas e o sujeito portando um celular que tocava música?

Mas e o sujeito portando um celular que tocava música sem fones de ouvido?

Imagine se puder:

Duas horas em pé, ônibus parado, lotado.

E um sujeito portando um celular que tocava música sem fones de ouvido que tinha uma coletânea interminal de Belo! Isso aquele Belo da Viviane, da língua presa, dos tênis…

Ai sim, foi a gota d’água.

Foda-se o planeta, eu vou andar de carro!

abraço
@ivanlegal

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